Os tribunais brasileiros foram autorizados a congelar os saldos criptográficos dos proprietários se esses proprietários caírem em atraso no pagamento da dívida.
O Tribunal Superior de Justiça do Brasil (STJ) decidiu que os juízes agora podem notificar as trocas de criptografia sobre sua intenção de aproveitar os ativos de criptografia de um devedor para pagar dívidas excelentes, informou a mídia local. A decisão, do terceiro painel do Tribunal, examinou um caso apresentado por um credor tentando receber o reembolso.
"Embora eles não sejam concursos legais, os ativos de criptografia podem ser usados como uma forma de pagamento e como uma loja de valor", escreveu o STJ em uma declaração traduzida publicada em seu site, confirmando a decisão.
De acordo com a lei brasileira, os juízes têm o poder de congelar contas bancárias e autorizar as retiradas de fundos sem notificar o devedor. Após a nova decisão, os ativos criptográficos agora serão tratados da mesma forma e podem ser congelados ou confiscados para satisfazer as obrigações legais.
O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, um dos membros de cinco painéis, reconheceu que, embora o Brasil ainda carece de regulamentação abrangente para criptomoedas, várias propostas legislativas já os deficomo uma "representação digital de valor".
Apesar da lacuna regulatória, o Brasil emergiu como um dos principais países da América Latina para adoção de criptografia. Um relatório de outubro da Chainesisy ficou em segundo lugar na região com base no volume de valor criptográfico recebido, destacando o crescente envolvimento do país com os ativos digitais.
Em uma jogada notável no início deste ano, Binance recebeu aprovação regulatória para operar no Brasil após a aquisição de uma empresa de investimentos com sede em São Paulo. Na época, um executivo Binance disse a Cointelegraph que o Brasil estava fazendo "avanços significativos" em relação à regulamentação de criptografia e previu que uma estrutura legal abrangente seria introduzida "até meados do ano".
Ainda assim, nem todos os desenvolvimentos foram favoráveis ao setor. Em dezembro, o banco central do Brasil propôs uma proibição controversa de transações de Stablecoin por meio de carteiras auto-sustentadas-um método cada vez mais popular para os brasileiros proteger sua riqueza contra a desvalorização real.
Os críticos argumentaram que essa proibição seria difícil de aplicar. "Os governos podem regular as trocas centralizadas, mas as transações P2P e as plataformas descentralizadas são muito mais difíceis de controlar", disse Lucien Bourdon, analista da Trezor. "Isso significa que a proibição provavelmente afetaria apenas parte do ecossistema".
O maior banco do Brasil, Itaú Unibanco, está atualmente considerando o lançamento de seu próprio Stablecoin, tornando -o a mais recente instituição financeira tradicional mais recente para anunciar esses planos.
A mídia local informou que a decisão do banco dependerá de como a estrutura regulatória do Brasil evolui e como as iniciativas semelhantes pelas principais instituições internacionais se executam.
A medida segue uma onda de anúncios recentes das instituições da Tradefi sobre planos para lançar ou desenvolver StableCoins.
Nos EUA, o CEO do Bank of America, Brian Moynihan, confirmou recentemente que o banco está preparado para lançar um Stablecoin apoiado em dólares se o Congresso estabelecer uma estrutura legal clara.
O anúncio coloca o credor dos EUA entre um número crescente de bancos sistemicamente importantes que planejam a entrada no setor de Stablecoin.
Esses desenvolvimentos vieram após a rejeição formal de Donald Trumpdent Donald Trump de uma moeda digital do Banco Central (CBDC) e endossos para os estábulos, que afastaram a atenção do dinheiro digital emitido pelo Estado e para as alternativas do setor privado.
Enquanto o Brasil continua sua evolução regulatória, a última decisão do Tribunal reforça a percepção dos ativos de criptografia como parte integrante do sistema financeiro do país - mesmo como estruturas legais mais amplas ainda estão em desenvolvimento.
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